TRABALHOS OBJETIVOS, COM PRAZOS E QUE ENFRENTAM SEU PROBLEMA
A maioria dos problemas que chega até mim poderia ter sido evitada por uma leitura feita antes da assinatura.
Quando o cliente aparece, o contrato já está assinado, o dinheiro já saiu e o que restou é discutir prejuízo. Sai muito mais caro do que teria saído conferir antes, e nem sempre se recupera.
Por isso montei um serviço que nenhum corretor e nenhum cartório fazem: alguém lendo o negócio inteiro do seu lado, antes de você se comprometer.
Não é só o contrato. Documentos das partes, situação real do imóvel, processos que possam atingir quem está vendendo, dívidas que acompanham o bem e tributos envolvidos: tudo cruzado, porque o risco quase nunca aparece em um documento só.
É a combinação que revela o problema. Um vendedor com processo em andamento e um imóvel com determinada anotação na matrícula, isoladamente, podem não significar nada. Juntos, podem significar que você vai perder o imóvel anos depois de ter pagado.
O DF não é estado nem município. Isso não é detalhe técnico: significa regras próprias, que não existem em nenhum outro lugar do país, para zona urbana e rural, condomínio de casas, área de expansão urbana e regularização fundiária.
Analisar um imóvel do DF pela regra geral é o erro mais frequente que encontro em contratos que chegam prontos até mim. Quem trabalha aqui todos os dias sabe onde olhar.
Existe uma lei que trabalha a favor de quem compra: em regra, o que não estiver registrado não pode ser usado contra você depois: desde que você tenha agido de boa-fé e verificado o que devia verificar.
Essa proteção não é automática. Ela depende de você ter feito a conferência certa, nos lugares certos, antes de fechar. É exatamente isso que a análise documenta.
Antes de assinar qualquer coisa: proposta, promessa, sinal, reserva. Inclusive o que "não é contrato ainda": documento assinado com pressa no calor da negociação costuma amarrar mais do que o cliente imaginava.
Feita no início, a análise ainda permite as três saídas que importam: renegociar o termo, exigir a correção ou desistir do negócio enquanto sair não custa nada.
Veja os pontos que mais dão problema
Matteus Martins Pereira, OAB/DF 71.241